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Araranguá e Torres: o corredor do robalo no extremo sul

Entre o rio Araranguá (SC) e o litoral de Torres (RS), três guias Platina vivem de flecha, peva — e um deles ainda opera a oceânica gaúcha. Saídas de R$ 800 a R$ 6.800.

O trecho de costa entre o sul de Santa Catarina e o norte gaúcho é um corredor contínuo de rios, lagoas e barras — e o dono desse pedaço é o robalo. De Araranguá a Torres, dá pra emendar pescaria de rio num dia e mar aberto no outro, com guias que operam dos dois lados da divisa.

Araranguá: o rio das flechas

O rio Araranguá corta o extremo sul catarinense formando quilômetros de barranco e estrutura — robalo em casa.

Torres: rio e mar no mesmo CEP

Do lado gaúcho, Torres soma duas caras:

Quem quiser esticar o circuito: Passo de Torres, na margem catarinense do Mampituba, tem mais três guias dedicados ao robalo.

Melhor época

Quanto custa

De R$ 800 (Robalo Experience) a R$ 6.800 (oceânica da Makaira). No formato pra 4 pessoas, a pescaria de robalo sai por R$ 200-240 por pescador.

👉 Datas: pesca-em-ararangua e pesca-em-torres.

Os guias desta matéria