Araranguá e Torres: o corredor do robalo no extremo sul
Entre o rio Araranguá (SC) e o litoral de Torres (RS), três guias Platina vivem de flecha, peva — e um deles ainda opera a oceânica gaúcha. Saídas de R$ 800 a R$ 6.800.
O trecho de costa entre o sul de Santa Catarina e o norte gaúcho é um corredor contínuo de rios, lagoas e barras — e o dono desse pedaço é o robalo. De Araranguá a Torres, dá pra emendar pescaria de rio num dia e mar aberto no outro, com guias que operam dos dois lados da divisa.
Araranguá: o rio das flechas
O rio Araranguá corta o extremo sul catarinense formando quilômetros de barranco e estrutura — robalo em casa.
- Luiz Henrique Capela, guia Platina, faz a jornada longa: 10 horas de rio por R$ 1.200 (barco pra 2).
- Rodrigo Panazzolo criou a Robalo Experience: até 12 horas de pescaria por R$ 950 pra até 4 pessoas — uma das melhores relações preço-tempo-lotação da plataforma.
Torres: rio e mar no mesmo CEP
Do lado gaúcho, Torres soma duas caras:
- A Robalo Experience de Torres, também com o Panazzolo: 8 a 12 horas nas águas do rio Mampituba e lagoas, R$ 800 pra 4.
- E a artilharia pesada: a Makaira Pesca Oceânica, do Denis Guzenski, com a saída oceânica de 10 horas pra 5 pessoas — R$ 6.800, atrás dos peixes de fundo e pelágicos do litoral norte do RS, com agenda aberta o ano inteiro.
Quem quiser esticar o circuito: Passo de Torres, na margem catarinense do Mampituba, tem mais três guias dedicados ao robalo.
Melhor época
- Robalo: ano inteiro nos rios; primavera e outono concentram os peixes grandes; verão tem ação de superfície nas barras.
- Oceânica gaúcha: janelas de vento — o guia confirma a saída com antecedência e reagenda sem custo se o mar fechar.
Quanto custa
De R$ 800 (Robalo Experience) a R$ 6.800 (oceânica da Makaira). No formato pra 4 pessoas, a pescaria de robalo sai por R$ 200-240 por pescador.
👉 Datas: pesca-em-ararangua e pesca-em-torres.
