São Vicente: a pesca do canal de Santos à costeira do Guarujá
Três saídas, três orçamentos — do canal histórico à costeira de alto-mar, com guias que conhecem cada pedra da Baixada.
A primeira vila do Brasil também foi, por tabela, o primeiro pesqueiro urbano do país — e cinco séculos depois, São Vicente segue pescando. O estuário santista, o canal do porto e a costeira até o Guarujá formam um circuito completo a uma hora de São Paulo.
As três saídas
- Canal de Santos — Michel Saab, guia Platina: 6 horas, R$ 1.200 pra 4. A pesca abrigada do canal e do estuário: robalo na estrutura, corvina e pescada no fundeio, com o porto de cenário.
- Costeira Santos e Guarujá — Michel Saab: 6 horas, R$ 1.500 pra 6. As lajes e ilhas da saída da barra — garoupa, badejo e os cardumes de passagem.
- Costeira, alto-mar e robalo — Wagner Aguiar: 8 horas, R$ 950 pra 4, o formato flexível que monta o dia conforme o tempo.
O que sai
O estuário santista se recuperou de forma notável e os números aparecem na linha: robalos (o mangue de Cubatão é vizinho de porta), corvinas fartas no canal, pescadas no inverno e a pedra da costeira entregando garoupa e olhete.
Melhor época
Ano inteiro no canal (água abrigada); costeira segue janelas de mar. Inverno = pescada e corvina; verão = robalo ativo e pelágicos na costeira.
Quanto custa
De R$ 950 a R$ 1.500 o barco fechado — em grupo, a pescaria sai entre R$ 237 e R$ 300 por pessoa. Fácil de emendar com Praia Grande e Itanhaém na mesma costa.
👉 Datas: pescaconnect.com/pesca-em-sao-vicente.
